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dgentili:

Por José Eustáquio Lopes de Faria Júnior (@juniorpitangui)
SBTpedia

Terça-feira, 20 de junho de 1989. O Jô Soares Onze e Meia entrava no ar mais uma vez nos fins de noite do SBT. Na oportunidade, a presença do senador Humberto Lucena (PMDB-PB), famoso (ou acusado) de ser o…

7 months ago · 2 notes · reblog
[Opinião] Antenado: Danilo Gentili e o maior desafio de sua carreira
7 months ago · 2 notes · reblog

dgentili:

Por Gabriel Vaquer (@bielvaquer
Colunista do site NaTelinha

Confesso que Danilo Gentili é um cara surpreendente. Eu sempre fui seu fã, desde os tempos de “CQC”. Já assisti ao seu show de stand-up comedy e também fiz questão de tirar foto – a perdi, infelizmente – e tentar bater um papo com ele, o que na hora, não foi possível.

Sempre o achei um cara com um raciocínio rápido e de uma inteligência rara para o humor, fazendo tanto a linha besteirol com o humor mais “inteligente” com uma competência extrema. Fiquei muito feliz quando soube que a Band iria lhe dar um programa, mas fiquei surpreso com o formato: um talk-show. Depois, viria a saber que Danilo era fã do gênero.

Vendo o primeiro “Agora é Tarde”, a certeza foi só uma: o programa daria muito certo. E deu. O entrosamento perfeito entre apresentador, banda e colaboradores fez a atração ser a melhor opção, disparado, do fim de noite na TV brasileira. Danilo não só entrevista, mas faz o convidado fazer coisas malucas, e se diverte até mais do que o entrevistado algumas vezes.

Mas um desgaste houve do segundo semestre para cá, entre Danilo e a Band. O fato é que o humorista ficou chateado com um pouco do tratamento dado de alguns setores da emissora do Morumbi para com ele. Enquanto isso, o SBT e seus apresentadores diziam: “Danilo, você é genial”. Era elogio atrás de elogio, bom tratamento. Até Silvio Santos ficou impressionado com o sucesso dele.

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O café esfriou sobre a mesa, as palavras já se perderam no silêncio de nossas vozes, os olhares não se cruzam não se comunicam. Parecemos dois estranhos, sentados na mesma mesa do café, apenas. Nos perdemos. Já não tomamos cautela com as palavras que pronunciamos, já nem se quer nos damos conta do tom alto e assustador de nossas vozes. O orgulho nos destruiu. Não aceitamos perder e nem se quer perdoamos mais as falhas do outro. Já não nos pertencemos mais. Somos amigos, meros conhecidos, estranhos. Já nem se quer sabemos como ficar em um mesmo lugar, sem discutir, sem soltar palavras dessas que machucam tanto. Talvez, tenhamos nos perdido na correria do dia a dia, nas confusões diárias, no orgulho e na falta do perdão. Talvez, tenhamos nos perdido também na falta de comunicação. Quando a troca de olhares deixou de ser um convite e passou a ser um incômodo. Quando algo normal passou a ser estranho. E de repente, nossos abraços ficaram frouxos, os olhares perderam o brilho, os sorrisos deixaram de ser sinceros e os beijos se tornaram aperto de mãos. De quem é a culpa? Quem nos permitiu a que chegássemos a esse ponto? Eu? Você? Não. Fomos nós. Nós permitimos que o orgulho adentrasse em nosso meio. Permitimos que a mentira fizesse parte de nossas verdades, permitimos que o silêncio tomasse conta de nós. Aceitamos as trocas de palavreados indevidos e de críticas como os nossos únicos meios de comunicação. Nós nos perdemos e você sabe, nós sabemos que isso aconteceu faz tempo. Nos afogamos em nossas próprias certezas e decisões. Morremos um dentro do outro e já não nos pertencemos mais.
Desculpa se eu jurei te amar, mas a jura não foi o suficiente para nós dois.    Gabriela Brantes, Monossilábicos. (via monossilabicos)
7 months ago · 16 notes · reblog

todo-fan-do-cqc:

A avó do Danilo infelizmente faleceu hoje…

Descanse em paz dona Assumpta :’(

Estou chorando desde que vi isso. O Danilo já perdeu tanto, tanto e a vó dele era alguém muito especial pra ele.

Honestamente eu só queria abraça-lo agora, não falaria nada porque nada vai amenizar…

Eu só desejo toda força do mundo pra o Danilo, dona Guiomar e toda família.

C    renovador